Um cilindro de argila escrito para Ciro depois da tomada da Babilônia o descreve devolvendo a seus lares os povos deportados e as imagens de seus deuses. Ele não cita os judeus, mas mostra uma política como a de Esdras 1. Está no Museu Britânico.
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Na Bíblia · 538 a.C. · Babilônia
Ciro permite a volta dos exilados
Ciro, da Pérsia, que conquistou a Babilônia, permite que os judeus voltem para casa e reconstruam o templo em Jerusalém.
No primeiro ano de Ciro rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do SENHOR pela boca de Jeremias, o SENHOR despertou o espírito de Ciro rei da Pérsia, o qual mandou proclamar por todo o seu reino, e também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra; e ele me mandou que lhe edificasse uma casa em Jerusalém, que está em Judá. Quem há entre vós de todo seu povo, seu Deus seja com ele, e suba a Jerusalém que está em Judá, e edifique a casa ao SENHOR Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém. E todo aquele que tiver restado em qualquer lugar onde estiver morando, os homens de seu lugar o ajudem com prata, ouro, bens, e animais; além das doações voluntárias para a casa de Deus, que está em Jerusalém. Então se levantaram os chefes das famílias de Judá e de Benjamim, os sacerdotes e os Levitas, e todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém. E todos os que estavam em seus arredores fortaleceram suas mãos com objetos de prata e de ouro, com bens e animais, e com coisas preciosas, além de tudo o que foi dado voluntariamente. Também o rei Ciro tirou os utensílios da casa do SENHOR, que Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém, e posto na casa de seus deuses. E Ciro, rei da Pérsia, tirou-os por meio do tesoureiro Mitridate, o qual os deu contados a Sesbazar, príncipe de Judá. E esta é o seu número: trinta bacias de ouro, mil bacias de prata, vinte e nove facas, Trinta taças de ouro, quatrocentas e dez taças de prata, e mil outros utensílios. Todos os utensílios de ouro e de prata foram cinco mil e quatrocentos. Sesbazar trouxe todos estes com os do cativeiro que subiram da Babilônia a Jerusalém.Enquanto isso, no mundo
Em 539 a.C., Ciro, o Grande, da Pérsia, tomou a Babilônia, e Esdras 1 conta que ele deixou os exilados de Judá voltarem para casa e reconstruírem o templo. A obra terminou em 516 ou 515 a.C., sob Dario I. Eis o mundo do século VI a.C.
Confúcio ensinava, no Estado de Lu, que a boa ordem começa com governantes honestos, com o respeito aos pais e com o estudo. Seus ditos, reunidos pelos discípulos nos Analectos, moldaram a vida na China por mais de dois mil anos.
Sidarta Gautama, o Buda, ensinou no norte da Índia, e seus seguidores fundaram o budismo. A tradição data sua vida de cerca de 563–483 a.C.; muitos estudiosos hoje a situam mais tarde, por volta de 480–400 a.C.
Segundo a tradição romana, o povo de Roma expulsou seu último rei, Tarquínio, o Soberbo, em 509 a.C. e passou a eleger dois cônsules a cada ano.
Clístenes reorganizou os cidadãos de Atenas de modo que a assembleia de todos os homens livres decidisse os assuntos públicos — o início da democracia ateniense.
Dario I, o rei persa sob o qual o templo foi terminado (Esdras 6:15), conduziu um grande exército através do Danúbio contra os citas. Segundo Heródoto, eles recuaram pela estepe, queimando o capim, e os persas voltaram atrás.
No vale de Oaxaca, no México, os zapotecas começaram a construir Monte Albán no topo aplanado de uma montanha. Foi a capital deles por mais de mil anos.